segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

La Recoleta - parte 1

Hoje fomos passear pela Recoleta onde tinha Festival de Jazz no Centro Cultural. Segue um roteirinho do que fizemos: Para ir: metro da linha verde, descemos na Pueyrridón e andamos uns 8 quarteirões, portanto, vá de ônibus. Na volta, pegamos o 17 e foi mais rápido. A Flor Metálica fica ao lado da Faculdade de Direito, uma construção bonita que lembra as gregas. De lá, de atravessa a ponte e tem o Centro Cultural da Recoleta, no mesmo prédio do Hard Rock Café. Nesse centro costumam acontecer exposições, shows... Hoje tinha show de jazz e exposição de fotografia. Lá não é assim muito interessante, então não deve ser a primeira opção de passeio. Ao atravessar o prédio, se chega na Basílica de Nossa Senhora do Pilar, a frente não é chama tanta atenção, mas lá dentro é bonito, é do séc. 18. Pertinho, tem o Cemitério da Recoleta, que já estava fechado, parece que é funciona até 15h45. Também perto, fica o Museu Nacional de Belas Artes. Este e o cemitério ficam pra nossa próxima visita lá. Nota: fizemos tudo a pé por lá e não pagamos nada pra entrar. Eu tirei fotos, mas ainda não passei pro computador, assim que o fizer eu coloco nesse post.

Metro grátis

Hoje a gente foi pegar o metro a primeira vez para passear na Recoleta (mais sobre isso no post La Recoleta – parte 1). Camila foi ao caixa e disse que queria comprara passagem, então ele a mandou passar pela porta, que fica do lado das catracas. Percebemos então, que assim não estaríamos pagando, eu voltei lá e disse que queríamos pegar a linha verde e ele repetiu a mesma ordem. Então, seguimos, quando o trem chegou não pegamos, pq não tínhamos pagado. Aí resolvemos perguntar pra uma mulher que não entendeu como estávamos na plataforma sem pagar. Passamos por uma catraca de saída e pedi pra comprar passagem e a mulher me mandou passar pela porta. Eu perguntei pq e ela mtu brava disse que era pq não tinha moedas. Ficamos então, 1,10 pesos mais ricas!

Lívia em: A lerdinha simpática

Ontem acabei conhecendo a colega de quarto, a Paula, do Uruguai. Só que a conversa foi meio rápida. Mais tarde entra uma outra menina no quarto e eu, muito simpática, perguntei o nome dela e a resposta: - Paula Logo respondi:: - Então, é a mesma! E a Camila não parava de rir. Uai! Se a menina tivesse me dado assunto mais cedo eu ia lembrar dela, mas como não deu...

domingo, 5 de dezembro de 2010

Mi casa ou o Hostel

Ei, gente! Depois de pegar o taxo oficial, descemos na esquina da Rua Florida e fomos a pé com as malinhas nada pequenas pro Hostel Florida, nosso endereço agora. Na entrada eu tive um momento de stress: uma música alta me fez pensar que ideia maluca de ir morar naquilo que parecia uma boate! Mais calma e no andar seguinte percebi que era só a animação do bar que fica no subsolo, afinal era sexta-feira!! Pra nossa alegria ganhamos um bom desconto ao virar membros do Hi Hostel no check-in. Aqui eles têm adaptadores pra emprestar e as toalhas são alugadas por cinco pesos (com direito de troca, sem pagar, de 3 em 3 dias). Nos colocaram no quarto pra quatro pessoas e na primeira noite só tinha a gente, e pagamos a reserva pros dormitórios de 6 pessoas. As outras duas chegaram ontem, mas a gente só conversou hoje de manha. O que significa que dormimos com completas desconhecidas! Uma é uruguaia e não pareceu muito interessada em conversar com a gente, o que acho estranho, pq pra mim quem fica em Hostel tende a querer conhecer pessoas! Café da manha É bom, tem pão de sal, manteiga, geléia, doce de leite e cereal pra comer. Pra beber, chá, café, leite e pó tipo Nescau. Pode servir a vontade e tem frutas tbm. As pessoas costumam levar uma fruta e eu aprendi rápido, minha maca está aqui na bolsa.

Aula de espanhol grátis no Ezeiza

Depois de encontrar nossas malas, que não foram retiradas, vamos à imigração! O moco quer saber sobre a nossa viagem e eu vou logo contando num espanhol débil que vamos ficar aqui por dois meses estudando espanhol. Então, ele – ignorando a fila que se forma – propõe nos ensinar espanhol e a gente ensinaria português pra ele. E é aí que começa a aula de gramática e todos os tempos verbais são citados pra explicar que em cada um muda uma coisinha. Ele ainda encontrou tempo de reparar que na foto do meu passaporte eu estou sem óculos e com o cabelo diferente. É a simpatia portenha!

No caminho

Conhecem aquela velha história quando um pensa que o outro vai resolver e nada é resolvido, afinal? Pois é, aí vai um bom exemplo (para não ser seguido). (Quem quiser ir direto ao ponto, lead, leia o parágrafo da setinha) Algumas horinhas no aeroporto de Confins (BH) nos obrigaram a fazer as contas se daria tempo de pegar nossa conexão em SP. Contas feitas só nos restava reza pra tal aeronave posar logo. Tudo dá certo e embarcamos com tranqüilidade apesar do atraso, com certeza daria tempo, afinal corria risco de atraso em São Paulo. 18h de sexta-feira, Aeroporto de Guarulhos = loucura, lotação, barulho e filas! Tinha até um grupo gigante de chineses com seus sotaques estridentes e passaportes nas mãos. (Nessas horas, eu gosto do aeroporto de Confins, costuma ser vazio, é pequeno e o risco de seu portão mudar é pequeno e sempre vai mudar pra bem perto, pq o lugar é micro!) Entramos na gigante fila pra mostrar o passaporte e sair do país eu me perguntava pq não fizemos isso em BH, uai! Nessa hora, a moca me perguntou se eu era menor, lógico, e ficou muito impressionada com minha idade e da Camila tbm, até chamou a mulher que atendia a Camila.  Tudo bem! O tempo daria, a gente já tinha perguntado pra algumas funcionárias da Gol se ia dar tempo, por causa da fila e tudo parecia sob controle. Conferimos nosso vôo e constava “embarque próximo”, então, uma passadinha no free shop não fazia mal. Uns poucos minutos depois saímos da lojinha e na hora de verificar o vôo, Camila lê que deveríamos nos reportar a companhia. Uma funcionária da Gol passa e a gente se reporta a ela que pergunta o número do vôo, Camila responde de prontidão e ela faz um pergunta que me surpreende: - Qual o nome de vcs? E, diante, da nossa resposta ela nos reconhece imediatamente e começamos todas a correr, enquanto ela explica que talvez não de tempo, pq o avião está saindo e nossas malas já estavam sendo retiradas. 3 minutos de correria e tensão e conseguimos entrar no avião, sob os olhares nada amigáveis dos outros passageiros. Resultado: depois da tensão, crise de riso e eu me dando conta que eles deveriam ter anunciado nossos bonitos nomes muuitas vezes!

Buenos Aires ahora

Não é o Pirulito da Praça Sete, é o Obelisco, em Buenos Aires Depois do divertimento e aprendizado no Canadá, resolvi vir pra Buenos Aires! Pois é, eu que sempre gostei de viajar vicie nisso! A ideia já é antiga e não era minha. A Silvinha a Lila da PUC é que resolveram estudar espanhol na Argentina e me convidaram, era pra vir a panela toda, mas não rolou. Um dia, ainda quando todos ainda estavam olhando a viagem, eu convidei a Camilinha, minha amiga há dez anos que - pra minha grande surpresa - animou muito! Então, aqui estamos felizes, felizes! Eu ainda não tinha decidido se iria reativar o blog, mas um incidente no aeroporto (próximo post) deixou claro que eu vou ter algumas historinhas pra contar e das quais eu não vou querer esquecer e tbm é um jeito bacana de falar c vcs, meus lindos aí do Brasil! Espero que gostem e comentem! Boa leitura e grande abraço!